
Nunca escrevi sobre bloqueios criativos, pois eles são impassíveis de definição, apenas sujeitos à espera e muita paciência. Muitos o tentam explicar, porém todos os que sobre ele minutam têm o mesmo objetivo: ultrapassá-lo!
Enquanto como macarrão e penso sobre a continuação do capítulo do meu livro, ofereço-me para esta banalização da escrita automática, que é um blog. Permito-me esta auto-indulgência, afinal, todos deveriam ter o direito de um espaço escrito no qual errar e desfazer-se do peso que é tentar escrever com consistência.
E, enquanto passo do macarrão à canjica, não me desespero e me dedico, sem me apegar, à essa escrita prosaica e despretensiosa, tentando apenas cuidar do meu canteiro das ideias, até que ele volte a dar frutos.
Postado por Diário Halotano.





